Melqui Lima é pós-graduado com especialização em Assessoria de Imprensa pela Faculdade do Vale do Ipojuca e graduado em Comunicação Social pela Universidade Estadual da Paraíba.

Já atuou na Rádio São Domingos FM (Brejo da Madre de Deus) em 2007, na Rádio 101,9 FM (Santa Cruz do Capibaribe) de 2007-2008, na Estação Sat (Santa Cruz do Capibaribe) de 2008-2009 e atua até hoje na Rádio Vale AM. Onde desenvolve os trabalhos de produtor e apresentador do programa VALE MAIS.

Atualmente é o responsável pelo Blog do Melqui, assessor de imprensa do vereador Ronaldo Pacas, jornalista da Rádio Vale AM, assessor de imprensa do deputado estadual Diogo Moraes (PSB) e mestre de cerimônias. Entre em contato pelo blogdomelqui@hotmail.com ou flipicomunicacao@gmail.com.

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Melqui Lima
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Terça, 22 Abril 2014 17:35
Melqui Lima
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Quarta, 12 Março 2014 16:44
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Programa Mãe Coruja Pernambucana ganha prêmio de Tecnologia da Informação

O Programa Mãe Coruja Pernambucana, reconhecido internacionalmente pela ONU e OEA, sagrou-se como um dos vencedores, na noite desta quarta-feira (13), da 16ª edição do Prêmio Excelência em Governo Eletrônico 2017, na categoria e-Administração Pública, que avaliou projetos na área de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC).

A solenidade ocorreu no Enotel Convention & Spa, na praia de Porto de Galinhas, em Ipojuca, durante a abertura da 45ª edição do Seminário Nacional de TIC para a Gestão Pública (SECOP) 2017, evento realizado por meio da Agência Estadual de Tecnologia da Informação (ATI).

 

A participação do Mãe Coruja no prêmio, realizada por meio da Secretaria de Saúde de Pernambuco (SES), se deu através da ferramenta “SIS_MãeCoruja”, sistema de informação que monitora os dados das mais de 170 mil gestantes cadastradas, utilizado de forma intensiva por mais de duzentos profissionais vinculados ao programa em todas as regiões do estado.

 

Uma banca de mestres e doutores foram responsáveis pelo julgamento dos 88 trabalhos inscritos, sendo 12 deles finalistas. Além do Mãe Coruja, venceram na categoria “e-Administração Pública”, quatro projetos: “App CPoliciais Agilidade e Inteligência nas Abordagens”, da Companhia de Processamento de Dados do Estado do Rio Grande do Sul (PROCERGS); “CECAD: dados do Cadastro Único para todos”, da Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação (SAGI), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento Social (MDS); e a “Plataforma de Inteligência Hospitalar (PIH)”, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

 

Segundo o administrador do SIS_MãeCoruja, Daniel Saboya, a ferramenta vem recebendo atualizações na coleta de informações e desempenho desde 2012, quando foi criada, auxiliando na tomada de decisões. “A premiação é de grande importância pois o SECOP é considerado o maior evento de TIC para gestão pública da América Latina, com repercussão internacional. O reconhecimento vai para todos os que fazem parte do Mãe Coruja, com ênfase aos profissionais dos Cantos Mãe Coruja, responsáveis pela alimentação dos dados e utilização diária da ferramenta, bem como os gestores e secretarias envolvidas em suas ações ”, afirmou.

 

PRÊMIO - O Prêmio e-Gov foi criado em 2002, pela Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Tecnologia da Informação e Comunicação (ABEP) e pelo Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão.

 

Entregue anualmente, tem como objetivos reconhecer e incentivar o desenvolvimento de projetos e soluções de governo eletrônico nas administrações públicas federais, estaduais e municipais, assim como divulgar as iniciativas que, com o uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação, modernizam a gestão pública em benefício do cidadão brasileiro.

GOVERNO DE PERNAMBUCO

Espaço Psi

SETEMBRO AMARELO E A PREVENÇÃO DO SUICÍDIO
PRECISAMOS QUEBRAR O TABU!


“A pessoa, quando tenta se matar, não quer acabar com a vida, mas com o sofrimento para o qual não consegue ver outra saída. Se uma pessoa fala que deseja se matar, é preciso acreditar, apoiar e não a deixar sozinha. Deve-se tentar compreender a pessoa, sem julgamentos e sem conselhos, apenas ouvindo o que ela tem a dizer e encaminhando-a para serviços de saúde que possam ajudá-la de maneira mais adequada.” (Fernanda Franco, Mestre em Psicologia da UFMG).


O mês de setembro trás uma importante campanha, o SETEMBRO AMARELO, que promove a prevenção ao suicídio. Muita gente ainda não sabe, mas existe sim, prevenção, métodos de cuidado e terapias para superar as ideações suicidas.


Não é a primeira que abordo este assunto no Blog do Melqui, inclusive recentemente escrevi aos leitores, falando especificamente do suicídio infantil, outro tabu, que precisa ser quebrado. É preciso quebrar o silêncio, o diálogo é a maior prevenção do suicídio.


Infelizmente ainda é um tabu, ainda existe uma resistência e certo receio de se tocar nesse assunto, seja no dia-a-dia, na família, na escola, na faculdade, no trabalho, na Igreja, nas ruas, na internet, na mídia, enfim, embora seja um problema de saúde, ainda é não é visto assim. E por existir um tabu em torno deste tipo de morte impede que famílias e governos abordem a questão abertamente e de forma eficaz. Precisamos falar sobre o suicídio e assim aumentar a conscientização, pois quebrar o tabu é uma das chaves para que a sociedade progrida na luta contra esse tipo de morte.


O relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS) relata que 804 mil pessoas cometem suicídio todos os anos, sendo uma ocorrência a cada 40 segundos, com maior prevalência no sexo masculino e na faixa etária acima dos 70 anos. Um estudo de 2013 revelou que o Brasil é o oitavo país em número de suicídios. Ainda, segundo a OMS, o suicídio já mata mais jovens que o HIV em todo o mundo. De encontro ao aumento desse problema vem outro dado, o qual aponta que a taxa de suicídios entre os jovens cresceu 30% em 25 anos no Brasil. Esses dados por si só comprovam que existe um problema que precisa ser discutido e combatido.


O tema do suicídio é recorrente de vários estudos, apesar de se tratar de um tema difícil, obscuro e um tanto misterioso da condição humana, deve ser tratado como um sério problema de saúde pública.


Há registros muito antigos de casos de suicídio, desde os tempos mais remotos da história. Por exemplo, na Roma antiga, os conceitos acerca do suicídio, eram parecidas com as dos gregos. O suicídio era reprovado como forma de enfraquecimento do grupo social, e o interessado em tirar a própria vida, deveria apresentar suas razões para o senado, que analisaria o caso. Na fase histórica grega, o suicídio inautorizado era considerado uma transgressão. Sócrates foi um filósofo condenado ao suicídio, por ter que ingerir cicuta. Já na idade média, uma repugnância ao ato suicida tomou proporções exageradas, com punições ao cadáver do suicida, como a negativa de sepultamento em solo sagrado, as mutilações de partes do corpo e mesmo rituais estranhos, derivados de várias superstições. E justamente aí estão as raízes que foram tornando o tema um verdadeiro tabu. Por muito tempo todas as religiões trataram o suicídio como o pior dos pecados mortais, e as pessoas com as ideações suicidas como pessoas sem fé e por isso, desligadas do sagrado, assim, tornando cada vez mais difícil a essas a atitude de expressar o que sentiam.


Pessoas que sofrem com algum transtorno mental, estão mais vulneráveis a desencadear o suicídio, ou as ideias de suicidas; esses transtornos podem ser a depressão, o transtorno bipolar, a esquizofrenia, entre outros. Uso abusivo de álcool e outras drogas também são forte causa de suicídio, como também dificuldades financeiras, ou emocionais. Todos os distúrbios neuróticos surgem da incapacidade do indivíduo encontrar e manter o equilíbrio adequado entre ele e o resto do mundo... Na neurose, o social e os limites do meio sejam mantidos como se estendendo demais sobre o indivíduo. Além desses, existem os fatores sociais, psicológicos e as condições clínicas que também podem causar provocar o suicídio.


É muito importante saber escutar, não julgar, não tratar com espanto ou assombro, ou mesmo com preconceito... Isso não ajudará. O que você pode fazer para ajudar alguém com ideias suicidas? O primeiro passo é o acolhimento; acolha, trate com respeito e escute esta pessoa. Dê a essa pessoa uma palavra de força e de esperança, e trate tudo com sigilo, nunca exponha a vida do outro, eu sempre trago um valor comigo: Quem ama não expõe quem ama socorre! O próximo passo é encaminhá-la a um serviço especializado, e aí entra a importância do CAPS (Centro de Atendimento Psicossocial na Prevenção do Suicídio). Procure o CAPS da sua cidade, pois esses centros de saúde existem também para prestar o acompanhamento de pessoas que padecem de algum transtorno mental, e oferecem acompanhamento para pessoas em situação de crise, quando o risco de suicídio se encontra agudizado. E claro que você pode procurar também serviços privados como clínicas de psicologia, psiquiatria ou neuropsiquiatria.


O setembro é amarelo, é quente e brilhante como o sol, para nos despertar, nos acordar para esta urgente, gritante e antiga necessidade: a prevenção do suicídio. Nem sempre é possível curar ou resolver uma necessidade apresentada, mas é sempre possível cuidar, escutar e contribuir para amenizar o sofrimento do outro. Até porque, quem adoece, adoece como um todo e repercute no corpo, na alma, na vida. Junto com alguém que sofre, sofrem os que o amam. Vamos dialogar...

 

Abraço!

Diogo Rogério
Psicólogo

7ª Sessão Ordinária do Segundo Período na Câmara de Vereadores

Direito e cidadania

Direito de visita – Como proceder quando o detentor da guarda de uma criança descumpre acordo judicial sobre visitas.


Muito embora exista um padrão tradicional e pré-definido sobre os componentes de uma família, pelo qual se estabelece que pai e mãe moram juntos com os filhos, a realidade social nos mostra que tal conceito é bem mais amplo, principalmente pelo fato de que crianças e adolescentes nem sempre residem no mesmo local que um de seus pais.


Os motivos são diversos, partindo por divórcios onde se estabelece com quem ficará a guarda, ou até mesmo em casos onde nunca houve se quer um relacionamento estável e duradouro, de modo que os genitores nunca chegaram a conviver sob um mesmo teto.

Independente da situação em que a criança foi gerada, é importante ressaltar que a legislação vigente em nossa nação busca preservar o bem-estar e os interesses dos menores de idade, considerando que se encontram em condição de hipossuficiência, o que se traduz em uma situação de fragilidade perante os adultos, haja vista que estes possuem discernimento para tomar decisões adequadas, enquanto que aqueles acabam fazendo o que lhes é imposto.


 Infelizmente ainda é comum presenciarmos casos em que o detentor da guarda acaba utilizando de alienação parental para vingar-se do outro genitor, expondo a criança a situações deploráveis, fazendo-se valer pela condição de vítima, na tentativa de atribuir ao outro uma imagem de antagonista.


Em casos extremos é possível ocorrer recusa relacionada a permissão de que um genitor visite seu filho, muito embora exista acordo homologado judicialmente, fato este que se mostra como algo extremamente danoso para os interesses da criança, ferindo, sobretudo, a sua dignidade.


Em situações como estas é necessário que o genitor provoque o Poder Judiciário para que as providências cabíveis sejam tomadas, sendo possível a solicitação de força policial para garantir o devido cumprimento do direito de visita através de busca e apreensão do menor.


Além disso, pode-se questionar a guarda da criança, sob a alegação de que ela não se encontra em um ambiente plenamente saudável, cabendo ainda a aplicação de multa diária, fixada em desfavor daquele que não cumpriu a obrigação de fazer, determinada judicialmente.


É importante ressaltar que o diálogo é fundamental para evitar maiores complicações, devendo ser buscado primordialmente, utilizando meios adequados como a conciliação e mediação, ouvindo advogados, psicólogos e assistentes sociais, valendo-se do Poder Judiciário apenas em último caso, em situações onde não é mais possível a composição amigável de um acordo pautado no bom senso.


João Bezerra de Moura é advogado devidamente inscrito na OAB/PE sob número 43.267, graduado em direito pela ASCES UNITA, graduando em história pela Universidade Norte do Paraná e pós-graduando em processo penal pelo Damásio Educacional.


Se você tem sugestões sobre algum assunto jurídico que merece ser explicado em nossa coluna é só mandar um e-mail para: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.