Melqui Lima é pós-graduado com especialização em Assessoria de Imprensa pela Faculdade do Vale do Ipojuca e graduado em Comunicação Social pela Universidade Estadual da Paraíba.

Já atuou na Rádio São Domingos FM (Brejo da Madre de Deus) em 2007, na Rádio 101,9 FM (Santa Cruz do Capibaribe) de 2007-2008, na Estação Sat (Santa Cruz do Capibaribe) de 2008-2009 e atua até hoje na Rádio Vale AM. Onde desenvolve os trabalhos de produtor e apresentador do programa VALE MAIS.

Atualmente é o responsável pelo Blog do Melqui, assessor de imprensa do vereador Ronaldo Pacas, jornalista da Rádio Vale AM, assessor de imprensa do deputado estadual Diogo Moraes (PSB) e mestre de cerimônias. Entre em contato pelo blogdomelqui@hotmail.com ou flipicomunicacao@gmail.com.

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Melqui Lima
A Voz do Brasil presta um grande serviço à sociedade. Mas se você não quer deixar de ouvir a transmissão de mais de 1/3 dos jogos da Copa que acontecerão às 19h e quer mais informação de trânsito, música e entretenimento nesse horário, a voz do seu deputado precisa falar por você. Essa é a hora! O Brasil quer a flexibilização do horário da Voz do Brasil votada e aprovada. Particip...
Terça, 22 Abril 2014 17:35
Melqui Lima
Super Manhã - de segunda à ***ta, a partir das 8h da manhã. Tarde Livre - de segunda à ***ta das 14h às 16h. Participe pelos telefones 3731-4033 ou 9275-6290
Quarta, 12 Março 2014 16:44
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Temos 14 vagas de emprego para hoje (25 de abril)

-1 vaga de Auxiliar de pintor de automóveis – SURUBIM
-1 vaga de Açougueiro
-1 vaga de Carpinteiro
-1 vaga de Cobrador externo
-4 vagas de eletricista de rede
-1 vaga de Funileiro de automóveis – SURUBIM
-1 vaga de Gerente de loja
-1 vaga de Gerente de vendas externas
-1 vaga de motorista de carro (funerária)
-1 vaga de Pintor de automóveis – SURUBIM
-1 vaga de Preparador de tintas – SURUBIM

AS VAGAS ESTÃO DISPONÍVEIS na Secretaria de Micro e Pequena Empresa, Trabalho e Qualificação - Rua Maestro Alexandre, 93 - Tel.: (81) 3759-8236

Reforma Trabalhista é tema de seminário nesta quarta-feira (26) em Caruaru

Nesta quarta-feira (26), a OAB CARUARU promove o Seminário sobre 'Temas Atuais do Direito do Trabalho e Processo do Trabalho'. O evento é um dos mais esperados pela classe, onde será debatida a Lei 13.429/2017 que trata sobre a Reforma Trabalhista proposta pelo governo federal.

 

Estarão presentes no seminário os advogados especialistas do direito do trabalho, Rodrigo Fernandes e Thiago de Lima, e a procuradora do trabalho do Ministério Público do Trabalho da 6ª Região, Débora Tito.

 

O seminário será realizado no Auditório da Superintendência da Caixa Econômica Federal, ás 19h, no bairro Universitário.

 

Pernambuco em Ação

Filme gravado em Caruaru participa da Competição Nacional de Curtas-Metragens, Santa Cruz do Capibaribe é citada na história

Filme gravado em Caruaru participa da Competição Nacional de Curtas-Metragens, Santa Cruz do Capibaribe é citada na história -


Escrito e dirigido por Filipe Carvalho, o filme é o único pernambucano participando desta edição da Competição Nacional de Curtas-Metragens. É primeiro filme do roteirista e diretor Filipe Carvalho, que apresentou o curta como trabalho de conclusão do curso de Rádio, TV e Internet na Universidade Federal de Pernambuco, com a orientação do professor Eduardo Duarte, pós-doutor em Comunicação.


“A Lembrança que eu gosto de ter” conta a história de um homem que retorna ao lugar onde viveu com a família durante toda a sua infância na região de Tabocas, na zona rural de Caruaru, Agreste de Pernambuco. Trinta anos depois de sua saída – quando a família mudou-se para Santa Cruz do Capibaribe –, esse homem volta ao local de suas origens e mergulha na memória de sua família, marcada em cada espaço daquele lugar. Ele relembra os sonhos, as tristezas, as alegrias, os medos e a saudade dos momentos mais banais.


As gravações do filme começaram há dois anos e foram realizadas inteiramente na cidade de Caruaru, principalmente na zona rural, na fazenda onde a família viveu entre as décadas de 60 e 80. Alguns lugares como a feira livre de Caruaru e o açude de Tabocas tornaram-se cenários do filme.


Produzido financiamento próprio, o filme contou com uma pequena equipe que foi essencial para a produção. “As gravações do filme em Caruaru foram feitas por mim e mais quatro pessoas. Sem elas, não havia a menor possibilidade de o filme existir. Nós íamos para a fazenda em alguns finais de semana e passávamos todos os dias experimentando e gravando, quase que um processo artesanal”, diz Filipe Carvalho. A equipe foi formada por Karilayne Carvalho, Luis Vitor, Letícia Barros e Pedro Melo. Na fase de pós-produção, a equipe contou com Guma Farias, Priscilla Maria e o grande apoio da produtora Usina de Filmes.


O filme também é um mergulho na própria história do diretor, porque o homem que retorna a suas origens é o pai de Filipe. “A ideia de escrever o filme surgiu justamente das histórias que meu pai me contava desde pequeno. No início, eu fiquei com medo de contar uma história que as pessoas não estivessem interessadas. Mas depois eu percebi que a história de qualquer família é comum, mas ao mesmo tempo, é única. O que eu sinto com a história da minha família, é um sentimento único. E isso acaba sendo muito mágico”, explica Filipe Carvalho.


No Rio, ainda haverá exibição amanhã (25), às 16h, no Espaço Itaú Botafogo. Em São Paulo, o filme será exibido na quarta-feira (26), às 15h, no Cinearte, e no dia 29 deste mês, às 17h, no Itaú Cultural.

 

Fonte:  www.ufpe.br/agencia

Direito e Cidadania

Contrato verbal – Comprovação, cobrança e extinção


Os contratos estão cada vez mais presentes no cotidiano das pessoas, porém, acabam passando muitas vezes despercebidos pelos que deles fazem parte, seja por ignorarem a possibilidade de sua modalidade verbal, ou por assinarem aquilo que não leram, implicando de uma forma ou de outra em desconhecimento de direitos e obrigações.


A declaração de vontade entre duas ou mais pessoas, sejam naturais ou jurídicas, é capaz de gerar vínculo entre elas, estando assim materializada a essência do contrato, sendo necessário apenas que alguns requisitos legais estejam presentes.


A validade contratual dependerá primordialmente da capacidade civil das partes envolvidas e da licitude do objeto, de modo a determinar um objeto possível, não sendo necessário observar qualquer tipo de procedimento específico, desde que não haja exigência legal para tanto.


Partindo da ideia de que, para o cidadão, aquilo que não é proibido é consequentemente permitido, passando pelo entendimento de que alguém só será obrigado a fazer ou deixar de fazê-lo em virtude de lei, observa-se que os contratos poderão existir de forma verbal quando a lei não trouxer determinação contrária.


Nesse sentido é importante destacar que, em circunstâncias onde não for necessária a manifestação de vontade expressa da parte, o silêncio implicará na aceitação do que estiver sendo proposto, confirmando assim o ditado popular de que “quem cala consente”.


Resta claro que, dependendo da maneira como foi realizado, o vulgarmente chamado “acordo de boca” poderá ser considerado juridicamente válido, porém, é importante salientar a necessidade de comprovação para que tal contrato possa ser de fato apreciado na esfera judicial.


Diferente do contrato escrito, onde todos os direitos e obrigações estão postos de forma explícita, no contrato verbal é necessário, inicialmente, não apenas a comprovação da existência contratual, mas também de tudo que ficou acordado entre as partes.


Para tanto será possível a utilização de todos os tipos lícitos de provas como, por exemplo, documentos e testemunhas, havendo ainda a ressalva de que, em casos onde o único meio comprobatório seja testemunhal, existirá um limite de até dez vezes o valor do salário mínimo vigente na data de sua celebração, de modo que contratos que excedam tal montante necessitarão de outros tipos de provas além da testemunhal.


Após a comprovação da existência do contrato verbal, bem como dos direitos e obrigações individuais, será possível enveredar pelo caminho da execução contratual, o que dignifica dizer que uma das partes estará cobrando que a outra cumpra com que foi acordado previamente, além disso, é possível que o interessado opte pela extinção contratual.


Assim observa-se que, embora o contrato escrito traga maior segurança quanto aos termos acordados, o contrato verbal também poderá ser levado ao poder judiciário para que sejam tomadas providências necessárias no sentido de concretizar o que as partes entenderam, em um momento anterior, por ser justo e adequado.


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João Bezerra de Moura é advogado devidamente inscrito na OAB/PE sob número 43.267, graduado em direito pela ASCES UNITA, pós-graduando em processo penal pelo Damásio Educacional.


Se você tem sugestões sobre algum assunto jurídico que merece ser explicado em nossa coluna é só mandar um e-mail para: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.